terça-feira, 25 de janeiro de 2011

2011...

Bem vindo 2011. E olá a você que acompanha o meio desastroso Aumenta Blog. 2011 mau começou e a promessa de muitos shows legais para esse ano. Já em abril temos 3 grandes nomes do Rock passando por aqui em Abril: Slash, U2 e Motorhead. Isso sem contar nos inúmeros festivais que vem por aí. Já tivemos Amy Winehouse (que me desculpem os fãs, foi uma MERDA). Vamos ter o Rock In Rio com um sem número de bandas muito boas, outras muito loucas. Há ainda a promessa de um SWU, onde querem trazer System of a Down e Aliche in Chains. E por aí vai.

Mas nesse comecinho de ano, quero desejar a todos muito roquenrou, espero tratar o blog esse ano com mais carinho e atenção, com muita coisa boa por aí.

Ah, vou deixar uma dica aí pra vocês. VIDA - BIOGRAFIA DE KEITH RICHARDS. Vale muuuuuito a pena.

See ya!

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Dunfermline

Pato Branco, a cidade onde nasci e moro (agora somente aos finais de semana) está, aos poucos, virando rota no cenário internacional. Fazem dois anos que temos um puta show por esses lados. NAZARETH. Ow! Preciso falar a importância que esses caras tiveram no cenário mundial? Fizeram muito sucesso com vários clássicos. Influênciaram uma das maiores bandas dos século passado. A Guns N' Roses. Influenciaram um dos 5 maiores guitarristas de todos os tempos: Slash. E porra, eles são do caralho.

Tudo bem, no auge dos sessentinha que eles estão, eles não tem feito muita coisa ultimamente. E o Brasil virou um "refúgio" para eles. E Pato Branco virou tipo a "segunda casa" dos caras.

Alguém aí já ouviu falar em Dumfermline???? Este texto que vou apresentar tirei do blog de meu grande amigo CALI LEE, dono do BAR DO BET, o ponto mais cultural de Pato Branco. (Eu ando meio em falta com os amigos, eu sei. Mas vou aparecer, prometo.) (http://calibeti.blogspot.com/)




Então vamos lá. Do gaélico escocês: Dun Phàrlain. Dunfermline é uma cidade em Fife, na Escócia, localizada em um terreno alto de 3 milhas da costa do Firth of Forth. É uma ex-capital da Escócia, tendo sido historicametne uma sede do reino Royal Court e um importante centro eclesiático. O seu mosteiro é o lugar para muitos no país, e a linha de monarcas, incluindo Robert I e Santa Margarida. Dunfermline é a terra onde mora toda a galera do NAZARETH, uma cidade antiga da Escócia, mas muito parecida com Pato Branco.

E seu estilo de vida, segundo Dan McCaferty, o lendário vocalista da Nazareth a sua população dé de aproximadamente 49.000 habitantes. E lá também nasceu Ian Anderson (em 10 de agosto de 1947). flautista, instrumentista, cantor e líder da banda britânica de rock progressivo JETHRO TULL. É mole????????

Tá vendo?

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Can't buy me love.....

Sim. Ele virá. Confirmou. Pela 3a vez em nossos mares sir Paul McCartney em um show que promete ser INESQUECÍVEL. Cara, eu vou ver um Beatle vivo. Você tem noção do que é isso? E melhor ainda, estar num clima que lembra Liverpool (vou ver em Porto Alegra tá?), cidade muito roqueira e, não a toa, escolhida pro 1o show que ele irá fazer por aqui, dia 07 de novembro.

Segundo, porque além de ser muito fã, vai ser a primeira vez que vou levar minha mulher num show assim. E ela tá empolgadíssima. Vai ser irado.




E cara, não tem como não falar dele né, tamanha a importância que ele tem sobre a música. E confesso estou me sentindo um privilegiado. Brindando a isso, vou postar um disco da carreira solo dele e que pouca gente gosta. E eu acho um puta disco muitas pessoas também tem esse desejo. E esta é a proposta deste blog, trazer a tona discos muito legais, mas que sempre ou por algum motivo, passam despercebidos muitas vezes.

E este disco é uma sonzeira, tem uma veia blueseira nítida nas batidas. Este disco foi gravado em 1989 e se chama FLOWERS IN THE DIRT. Este disco é considerado um retorno de Paul aos palcos, já que ele não subia ao palco desde 1976, quando fez seu último show com os WINGS. E foi com esta turnê que Paul pisou pela primeira vez em nosso país, a exatos 20 anos atrás. Caraca é muito tempo.



Outra curiosidade deste disco, é que na versão CD, tem extras e, uma dessas músicas é dedicado ao músico brasileiro CHICO MENDES, lembra dele? Aquele seringueiro e ativista lá no Amazonas e que avisou que ia morrer e morreu. Enfim. É um baita disco, muito legal. Tem muita levadinha que lembra os últimos dos Beatles. O cara é foda!

Mas fica mesmo a dica de MY BRAVE FACE e WE GOT MARRIED, que tem a participação de DAVIG GILMOUR (PINK FLOYD). Final dos 80, bem ali. Vale a pena baixar e se divertir.

Experimente:

terça-feira, 14 de setembro de 2010

"You can go anywhere"

Como eu sempre procurei frisar neste blog desde que comecei a escrever, minha intenção é mostrar as coisas que ficam esquecidas ou que, por algum motivo, passam (ou passaram) despercebidas e/ou não tiveram o devido reconhecimento. E, desde então tenho trazido vários discos (de cabeceira ou não) que eu acho indispensáveis no conhecimento musical de cada um.

E, aproveitando que eles estão de passagem marcada pra nosso país de novo (se não me engano pela 3a vez) vou postar aqui o disco que fez com que meus horizontes musicais ficassem mexidos, devida a tamanha importância que este disco tem em minha vida. Estou falando de um disco de 1993 de uma banda que começou em 1978 na Irlanda e que, ao decorrer de sua carreira, foi marcada por muitas baladas e músicas de protesto. E por que ela é simplismente uma das bandas mais influentes dos anos 80. E por ser uma banda vanguardista, sempre além de seu tempo. E por que este disco é um divisor de águas no "roquenrou". Estou falando de U2 e seu disco ZOOROPA.

Confesso que eu não era fã do U2. Conhecia algumas músicas, mas nunca me interessei de verdade pelo seu trabalho. Mas eu me lembro muito bem das minhas noites de sexta e sábado assistindo a BAND que, na época, era uma emissora muito legal, passavam vários shows na madruga e que tenho a certeza de que muitas pessoas que acompanham o blog também assistiam.



Pois bem, um belo dia estava assisindo e, de repente, a emissora passa o show ZOO TV. Eu fiquei impressionado com aquele colorido todo, com aquele telão psicodélico. E era a turnê deste disco. Somado a isso, naquela época a MTV estava começando e, quem tinha uma antena parabólica podia se considerar uma pessoa sortuda, pois a MTV passava em canais abertos. Astrid, Gastão, Thunderbird, Cuca, Edgar, Zeca Camargo entre tantos outros (saudosismo) faziam a alegria. E, somado a isso, vários clips muito legais. E a U2 era a sorteada da época, pois o clip Stay (Faraway, So Close!) e Numb tocavam e tocavam muito. Mas tinham outros programas de clips que passavam na própria BAND e na extinta MANCHETE.

E foi assim que eu acabei me interessando mais pela U2. O disco de 1993 é um disco muito surreal, espacial, tem uma sonoridade incrível, é HIGH TECH, SCI-FI. Eu acho que é o disco mais desafiador da carreira da banda, devida a tamanha importância que ele tem no meio musical. Como disse, foi um divisor de águas. Inicialmente era pra ser um EP, mas tornou-se um álbum completo com 10 músicas gravados em 6 semanas.

O disco abre com a ZOOROPA, que é muito soturna. A intro de piano e guitarra aliados a samplers e loops captam bem a atmosfera que a banda quis dar a esse disco. Na sequência BABYFACE, uma canção de amor. NUMB, que é cantada por THE EDGE e tem o clip mais louco que eu já vi da banda, deixa a atmosfera meio "blasé". Na sequência, LEMON, que a banda fala sobre como o homem, ao alterar a sua vida com o avanço tecnológico, esquece as coisas mais simples que almeja. STAY (FARWAY, SO CLOSE!) é a música que acompanhou muitas e muitas e muitas vezes minha vida. É a música que eu esperei e esperei eles tocarem em 2006 e que espero que eles toquem na sua próxima vinda. A música foi tema do filme"Tão longe, tão perto".

DADDY'S GONNA PAY FOR YOUR CRASHED CAR fala sobre não conseguir se livrar dos cuidados paternos. E as seguintes SOME DAYS ARE BETTER THAN OTHERS (que poderia muito bem ser uma música dos Beatles), THE FIRST TIME (outra baladassa), DIRTY DAY e THE WANDERER fazem a trilha sonora pra quem quer ir mais longe e viajar. Aliás, eu citei os Beatles antes e digo o mais. Esse é um trabalho digno de ser apreciado por qualquer fã dos BEATLES, tamanha é a coincidência nas faixas. As influências ficam explícitas faixa a faixa. (Vai ver é por isso que eu gosto mais deste disco do que dos outros, rsrs)

A produção do disco fica por conta de BRIAN ENO (ROXY MUSIC) que tem muito bom gosto e, assim como a banda, é vanguardista e soube se utilizar dos recursos e fez um excelente trabalho.

Bem, eu não sei se foi sorte ou azar, apenas sei que ZOOROPA é indispensável, eu sempre tenho ele a minha mão e ele satisfaz com folga a minha vontade de ouvir U2. Espero que você (assim como eu) tenha a curiosidade e faça parte dos que gostam de ouvir música de qualidade.

Ps.: Ouça no volume máximo nos headphones a música SOME DAYS ARE BETTER THAN OTHERS enquanto lê esta matéria.

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sábado, 21 de agosto de 2010

The Final Frontier..

E eis que em 2010 o IRON MAIDEN lança um disco novo, acompanhado de turnê, novidades no site, jogos entre taaaaaaaaaaaaantas outras coisas que só DUAS bandas no mundo inteiro conseguem. O próprio IRON e KISS. Cara, vou te contar. Pra ser fã de uma dessas duas bandas das duas uma. Ou você JÁ é um milionário, ou vai tentando a sorte na mega sena porque vou te contar. O pessoal que gosta de ficar inventando moda hein? É xícara, copo, toalha de banho, até caixão tem, hahaha.. Enfim.

Por falar em IRON MAIDEN, eles não param nunca. Até agora. Acabaram de lançar seu mais novo petardo que leva o nome THE FINAL FRONTIER. Será este a "Fronteira Final" da banda? Será este disco um recado aos fãs de que a banda poderia estar no fim? Eu acho que não. Acho que o IRON ainda tem muito a dar. Mas posso estar enganado. Bem, vamos nos ater ao disco.



A primeira ouvida no play (particularmete) eu, achei o disco mais ou menos. É muito parecido com o NO PRAYER FOR THE DYING que eu acho um disco médio. Pra falar bem a verdade, eu achei THE FINAL FRONTIER um pouco sem sal, mediano. Mas como eu disse, eu ouvi o disco uma vez só, posso estar enganado né? Outra coisa que não gostei, foi a arte do disco. Sem Derek Riggs, Eddie não é Eddie. Tudo bem, Melvyn Grant pode ser um bom designer, criou um Eddie alienígena, mas.... Veja, se vc acessar o site (clica aí) eles fizeram algo parecendo com as histórias em quadrinhos dos anos 70/80, tudo meio vintage que, pra falar a verdade, tá bem ON hoje novamente.

Eu sou fã do IRON, tenho três discografias deles. Uma em vinil e duas em cd. Mas eu (particularmente eu) a primeira instância achei um disco meia boca. Maaaaaaaaass, como eu gosto de queimar a minha língua, posso estar redondamente enganado. E você aí que acompanha o AUMENTA, vai poder tirar as suas próprias conclusões agora mesmo. Clica aí e confere por sí próprio!

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terça-feira, 17 de agosto de 2010

No, No, No...

Terminando a trilogia de bandas, vou postar a que eu mais curti até então, pelos riffs inigualáveis do mestre RITCHIE BLACKMORE: DEEP PURPLE! A tríade máxima dos anos 70. Led, Sabbath e Purple. As 3 bandas mais influentes da década. 3 estilos diferentes, mas 3 porradas sonoras no ouvido de qualquer amante do Rock N' Roll!

O que falar sobre a Deep Purple? Bem, levando-se em consideração a genialidade de Ritchie Blackmore, a musicalidade de Jon Lord, a cozinha maravilhosa de Roger Glover e Ian Paice, somados ao grande frontman Ian Gillan (que influenciou nada mais nada menos que Bruce Dickinson), eu temo a falar que é a banda mais pesada dos anos 70 (na minha modesta opinião).

Mas como o intuito deste blog é resgatar pérolas esquecidas, vou falar de uma porrada, um discão que foi lançado em 1970. Estou falando de IN ROCK. Após 4 discos "meia-boca", o Purple acertou a mão ao abrir mão da receita "mela cueca" e partir pro peso. Um disco cru, sem meias palavras, com uma sonoridade incrível.

Pra mim, este é o disco de estréia. Estréia do Deep Purple. Ian Gillan e Roger Glover já haviam gravado CONCERT FOR GROUP AND ORCHESTRA, mas IN ROCK é simplismente demais. SPEED KING, BLOOD SUCKER, CHILD IN TIME são as 3 primeiras que abrem o disco. Child in Time tem "só" 10 minutos. Sem contar INTO THE FIRE, LIVING WRECK. Só porrada. E nesse disco o Purple lançaria como single um de seus maiores sucessos: BLACK NIGHT. Até Fireball Roger Glover usaria os baixos FENDER JAZZ BASS, substituindo pelo famoso RICKENBACKER no disco MACHINE HEAD, mas isso já é história pra outro post. Divirta-se. Ah, e se quiser ver um pouco mais de Deep Purple, acesse aqui ó: Deep Purple!

Experimente:

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Sabbra Cadabra...

Outro disco que atualmente não tem saído de meu play e que resgatei a pouco é SABBATH BLOODY SABBATH, lançado em 1973 pela Black Sabbath. A Black Sabbath, junto com a Led Zeppelin e com o Deep Purple, forma a tríade máxima do rock n' roll dos anos 70. Três estilos diferentes, mas três das mais influentes bandas da época.

O diferencial do Sabbath era justamente correr ao lado inverso. Eles descobriram que ser 'do mal' podia render bons frutos. E foi justamente isso que eles fizeram. Começaram a falar de coisas que ninguém falava, do mal, bruxaria entre outras coisas. E essa fórmula deu muito certo. Em 73 os já conhecidos garotos do subúrbio eram famosos e podiam apelar pra o que eles quisessem. Então, em 1973 veio SABBATH BLOODY SABBATH, um dos discos mais pesados da banda e também mais psicodélicos (escute a faixa Who Are You).

Bem, desde o começo deste blog eu sempre primei pelas coisas que andam esquecidas, ou que ninguém nunca deu valor. Veja, este disco é uma obra prima, é o auge da banda. Ozzy cantando como nunca, Toni e seus dedos escalpelados tocando como nunca, além da cozinha fantástica (Geezer e Bill). Esse disco é para ser apreciado no volume máximo. Espero que você goste e faça parte deste clube.

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