quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Veja capa e o tracklist de Psychedelic Pill, novo álbum de Neil Young




E Neil Young segue a mil por hora. O veterano cantor, guitarrista e compositor canadense deu detalhes sobre "Psychedelic Pill", seu segundo disco lançado em 2012 ao lado dos chapas da Crazy Horse - o primeiro, "Americana", chegou às lojas em 05 de junho.

"Psychedelic Pill" será disponibilizado em CD duplo e em vinil triplo (UAU!). O álbum chegará às lojas no dia 30 de outubro, e foi produzido pelo próprio Young ao lado de John Hanlon e Mark Humphreys. O trabalho tem apenas oito faixas, sendo que três delas ultrapassam os 16 minutos de duração. Ou seja, teremos muitos longos solos de guitarra na melhor escola da longa associação de Young com Crazy Horse, que gerou álbuns clássicos como Zuma (1975)

Confira abaixo o tracklist completo de "Psychedelic Pill":

CD 1:

Driftin' Back - 27:36
Psychelic Pill - 3:26
Ramada Inn - 16:49
Born In Ontario - 3:49

CD 2:

Twisted Road - 3:28
She's Always Dancing - 8:23
For The Love Of Man - 4:13
Walk Like A Giant - 16:27

Neil Young

Puro êxtase: a volta do Barão

Ainda sobre os "dinossauros" do rock brasileiro, o portal O Globo publicou a seguinte matéria:

Setembro é um mês importante para o Barão Vermelho. Foi quando, em 1982, ano de surgimento dos Jornais de Bairro, a banda lançou seu primeiro álbum, que será remasterizado e relançado ainda este ano junto com uma turnê comemorativa.



- O disco terá uma faixa bônus inédita, com a voz de Cazuza e arranjos nossos. Faremos também um documentário, filmado com câmeras nossas, registrando os nossos momentos - revela Rodrigo Santos, baixista do grupo e com carreira solo desde 2007, quando o Barão "deu um tempo". - A turnê deve começar em outubro, no Arpoador, e rodar o país até março de 2013. E talvez nos apresentemos no réveillon de Copacabana este ano.

Pela estrada, seguirão Roberto Frejat Santos, o baterista Guto Goffi, o guitarrista Fernando Magalhães e o tecladista Maurício Barros, da formação original, em participação especial.

A notícia do retorno do Barão, cujo nome foi dado em homenagem ao principal inimigo dos países aliados na Primeira Guerra Mundial, o aviador alemão Manfred von Richthofen (de codinome Barão Vermelho!), já é celebrada entre os fãs.

"Tenho muita vontade de rever a banda no palco. O Barão tem muita história, acompanho os meninos desde a época de Cazuza. Achei até que eles não voltariam depois de cinco anos, fico feliz com essa reunião", diz o jornalista Chico Cerato.

Barão Vermelho e Titãs  fazem jus como sendo as duas maiores bandas de Rock do Brasil. Tanto que ambas estão comemorando 30 anos de carreira e fazendo shows comemorativos. Titãs inclusive, com a formação original, menos Marcelo Fromer que não se encontra entre nós.

Com certeza teremos registros destes shows. Vale a pena.

Nando Reis confirma participação em show especial dos 30 anos dos Titãs

Apresentação acontecerá no dia 06 de outubro, em São Paulo, e também contará com Charles Gavin e Arnaldo Antunes.



Dentre as comemorações do aniversário de 30 anos de carreira dos Titãs, que acontece em 2012, já estava acertado que Arnaldo Antunes e Charles Gavin fariam uma participação em um show especial marcado para acontecer em São Paulo. A festa agora está completa, já que Nando Reis também confirmou presença no evento, segundo a Rolling Stone.

A apresentação acontecerá no dia 06 de outubro no Espaço das Américas, em São Paulo. Recentemente, os Titãs fizeram performances com o repertório do clássico disco Cabeça Dinossauro (inclusive na Virada Cultural), mas no Espaço das Américas o set list irá contar com sucessos de toda a carreira. A assessoria informou que a participação dos três ex-integrantes, Antunes, Reis e Gavin, acontecerá em um mesmo momento do show, de forma que todos irão de fato se reunir no palco. Arnaldo cantará faixas dos Titãs que são clássicos na sua potente voz, como "Lugar Nenhum", "Porrada" e "O Pulso". O mesmo vale para Nando, que cantará em "Marvin", "Família" e "Igreja".

Os ingressos já estão à venda pelo site da Ticket 360, e custam R$ 120,00 (pista) e R$ 200,00 (pista premium), com opção de meia entrada. 

Titãs 30 anos em São Paulo
Sábado, 06 de outubro, às 22h30 (abertura da casa às 20h30)
Espaço das Américas - Rua Tagipuru, 795 - Barra Funda
Ingressos: R$ 120,00 (pista 1º lote) e R$ 200,00 (pista premium 1º lote)
Informações e vendas de ingressos on-line: www.ticket360.com.br


terça-feira, 11 de setembro de 2012

Ouça “Battle Born”, novo disco do The Killers


O esperadíssimo Battle Born, primeiro disco de estúdio do The Killers em quatro anos, finalmente pode ser ouvido na íntegra. Contendo 12 músicas inéditas, o álbum está disponível para streaming completo no iTunes. Vai lá!

O sucessor de Day & Age traz produção assinada pelo quarteto Steve Lillywhite, Brenda O'Brien, Stuart Price e Damian Taylor. O primeiro single, como você já deve saber, foi "Runaways".

E para comemorar o lançamente da novidade do quarteto de Las Vegas, Werner Herzog assumirá a direção de um show da banda na próxima terça-feira. A apresentação será transmitida pelo YouTube, como parte da série de concertos Unstaged.

Gostou?



Mr. Mojo Risin'

O ano de 1971 não podeira ser menos tenso para os Doors. O clima entre os integrantes era difícil após tantas polêmicas judiciais de Jim Morrison que começou em Miami quando insultou a platéia e simulou masturbação no palco.

Jim havia se cansado da imagem de sex symbol que tinham lhe atribuído e começou a cultivar um visual nada bonito; barba cerrada, barriga grande que lhe davam um olhar de profeta. Mas, apesar disso, os Doors continuavam com o prestígio em alta com os fãs.

Após lançarem um disco frouxo em 1979, The Soft Parade, o grupo voltou à boa forma em 1970 com o excelente Morrison Hotel e também com o duplo ao vivo Absolutely Live, que capturou performances entre 1968 e 1970.



Assim, em 1971 o grupo entrou em estúdio para gravar aquele que seria o sexto disco de estúdio. Mas a situação não era fácil. Logo no início das sessões, o produtor Paul Rotchild, que havia trabalhado com os Doors nos discos anteriores resolveu desistir de tudo. Alegando cansaço e falta de motivação para continuar, Paul simplesmente largou tudo. Segundo Bruce Botnick, engenheiro de som do disco e que acabaria assumindo a função de produtor junto com a banda, Paul afirmou que estava cansado desse som de cocktail jazz, fazendo referência aos primórdios do que seria "Riders on the Storm". Paul confessa que chegou a, literalmente, dormir em algumas sessões.

A sua saída foi um tremendo baque para todos e a solução encontrada por Botnick foi irem até os estúdios da gravadore Elektra e começarem a trabalhar. O clima não ia muito bem, até que Bruce sugeriu que fizesse as gravações no local de ensaios da banda, um prédio de dois andares construído pela banda e pelo empresário Bill Siddons. Ele apenas levaria alguns equipamentos, utilizando um estúdio portátil de oito canais, em uma época em que os 16 canais já eram comuns.

Mais relaxado, o grupo começou a produzir em estúdio, já que entraram com pouquíssima coisa pronta para o novo disco. Apesar disso, o clima entre os integrantes era calmo e Bruce sugeriu dois músicos de estúdio para a empreitada: o guitarrista Marc Benno, que havia trabalhado com Elvis Presley e o baixista Jerry Scheff. Com Benno, Robby Krieger teria mais espaços para fazer seus solos, idéia imediatamente aceita até porque Jim era fã incondicional de Elvis. A reação foi mais ou menos essa: "What The Fuck????"

A primeira providência foi deixar o mais "limpo" possível, abastecendo-o apenas com algumas cervejas após as sessões. Apesar da falta de material previamente escrito, o grupo conseguiu algo que parecia impossível: Gravar rapidamente. Enquanto The Soft Parade, por exemplo, levou quase nove meses para ser gravado, L. A. Woman levou menos de um mês. As músicas eram feitas quase que no ritmo de uma por dia e o disco foi gravado em incríveis seis dias. Segundo Botnick, Jim estava mais feliz do que nunca, cantando seus blues.

Bruce também deixou a banda mais relaxada e por ser menos exigente do que Rothchild a tensão era visivelmente menor. Um dos bons exemplos foi a canção "The Wasp (The Texas Radio and the Big Beat)". Jim havia escrito esse poema e Robby conseguiu criar uma melodia rapidamente e, em menos de uma hora, a canção estava pronta.

O disco foi um grande sucesso alcançando platina dupla nas vendagens - algo em torno de 2 milhões de cópias vendidas -  e após isso, Jim Morrison finalmente tirou suas férias em Paris, que tanto sonhara e já agendada.

Infelizmente Jim acabaria não voltando ao morrer em circunstâncias misteriosas e até hoje não explicadas, em 3 de julho de 1971, após um ataque cardíaco. 

Esse ano foi lançado a versão comemorativa de 40 anos do disco que conta inclusive com um DVD de um especial para a TV e também 35 minutos de extras. Este documentário já pode ser visto no canal Multishow HD, CanalBis. Vale a pena.

A título de curiosidade, Mr Mojo Risin, refrão cantado na música LA Woman, é um anagrama para Jim Morrison.

Experimente LA Woman CD1:
Experimente LA Woman CD2:

New Album




Steven Adler do Adler's Appetite postou a seguinte mensagem em seu blog:

"O álbum está finalmente de volta da masterização e parece incrível! Nós não poderíamos estar mais felizes e orgulhosos de como ele saiu. Gostaríamos de agradecer ao nosso produtor Jeff Pilson, nosso engenheiro Jay Ruston, e o engenheiro de masterização Paulo Logus por todo seu trabalho duro. Não vemos a hora de todos ouvirem! Data de lançamento em breve."

Nos resta aguardar.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Africa Express



Paul McCartney fez uma aparição surpresa no show Africa Express em Londres. O show encerrou a turnê Africa Express que começou na semana passada.

Detalhes completos em Paul McCartney