sexta-feira, 29 de março de 2013

quinta-feira, 28 de março de 2013

Rolling Stones - 50 curiosidades, parte 1


A NME postou um vídeo em seu site com os 50 fatos mais excêntricos que talvez você nunca tinha ouvido falar sobre os Rolling Stones, como por exemplo:

Um dos cinegrafistas que trabalhou documentário Rolling Stones Gimme Shelter, não era outro senão legendário diretor de cinema George Lucas;

O bolo na capa do álbum de 1969 dos Rolling Stones 'Let It Bleed', foi feito por Delia Smith, que lembra: "Eles queriam que fosse muito mais alto, e este foi o máximo que eu consegui fazer";

O único álbum de estúdio dos Rolling Stones que não conseguiu chegar ao top 5 no Reino Unido, foi "Bridges to Babylon", que só atingiu o número 6;

Estas e outras curiosidades, podem ser vistas na primeira parte do vídeo logo abaixo. 


Houses Of The Holy, 40 anos.


Em março de 1973, em Tampa, na Flórida, o Led Zeppelin lançou Houses Of The Holy, talvez o álbum mais leve de todo o catálogo da banda. Com exceção da taciturna "No Quarter", a gravação de quarenta minutos é despretensiosa, festeira, carregada de energia.

"Minha intenção principal com Houses Of The Holy era seguir em frente", disse Page, que mais uma vez foi o produtor do álbm. "Embora todos estivessem clamando por outro Led Zeppelin IV, é muito arriscado tentar se repetir. Não vou dar nomes aos bois, mas é certo que você já ouviu bandas que ficam se repetindo eternamente. Depois de quatro ou cinco álbuns elas simplesmente se esgotam. Com a gente, você nunca sabia o que estava por vir. Acho que dá para ouvir a diversão que tivemos com Houses.... e também ouvir a dedicação, o compromisso".

Músicas como "D'yer Mak'er", de influência reggae, e o funk fora do registro em "The Crunge", fizeram com que o senso de humor cáustico do Led brilhasse em meio à exótica mistura de misticismo e blues norte-americano, o que representou uma espécie de ponto de virada no estilo da banda. Aliás, o blues, que fez grande parte da primeira fase do grupo, está totalmente ausente em Houses.


Mas embora o disco seja decididamente divertido, também é um dos álbuns mais intrincados do Led, graças a composições vastas como "Over The Hills And Far Away", "The Rain Song" e a tremulante faixa de abertura "The Songs Remains The Same", que traz a guitarra mais veloz e deslumbrante de Page. Mesmo a aparentemente tranquila "Dancing Days" tem camadas surpreendentes de harmônicas ricas e uma slide guitar complexa se você para para prestar a atenção em mais do que a letra alegrinha.

O tom extrovertido de Houses Of The Holy transbordou para o show remodelado da banda. O quarteto que antes usava adornos hippies casuais no palco agora começava a vestir-se com mais exuberância em grandes arenas. Page, em particular, começou a usar roupas sob medida para fazer jus à imagem de Deus internacional da guitarra, tornando-se criador de tendências. A sua jaqueta de toureiro coberta de brocados de rouxinóis criou um alvoroço na Londres fashionista.

Os locais de shows maiores também exigiam um grande espetáculo de luzes, e o Led estava determinado a oferecer isso. A turnê de 1973 agora trazia efeitos de última moda, como gelo seco, globo de espelhos suspenso, fileiras de luzes coloridas e estroboscópicas. Em termos musicas, a banda tratava cada música como um evento separado. "Dazed And Confused" agora tinha vinte minutos de pura malícia, enquanto "Stairway To Heaven" era executada (e recebida por fãs ardorosos) como um sacramento religioso transcedental.


O ponto alto da turnê de 1973 aconteceu em julho, com as apresentações finais do grupo no Madison Square Garden, em Nova York, das quais trechos extensos são produzidos no clássico álbum ao vivo "The Songs Remains The Same". Page disse que, entre a gravação do filme para o álbum e a adrenalina dos shows, ela passou cinco dias sem dormir.

Hoje, 40 anos depois, o álbum continua  cult entre os fãs e adoradores, tanto do Led quanto de boa música. Ouça abaixo e comprove.

Texto retirado do livro Luz & Sombra - Conversas com Jimmy Page.


Rodrigo Amarante e o single "Maná"


O ex-Los Hermanos e que já tocou com Fabrizio Moretti (aquele do Strokes) no projeto Little Joy, está para lançar disco novo. Trata-se da faixa "Maná" e é um aperitivo para Cavalo, o disco que está previsto para o final de maio.

No melhor estilo Jorge Ben, a música é pra cima e de uma coisa os fãs podem ter certeza: O disco promete.

Curta abaixo "Maná":


Veja um infográfico com todos os instrumentos usados nas músicas dos Beatles

Aproveitando o post anterior sobre a influência no jeito de tocar de Paul McCartney, emendamos com outro post, desta vez com uma matéria divulgada nos amigos do TMDQA.


A Pop Chart Lab é uma empresa que se especializou em fazer infográficos, aqueles gráficos com algumas informações, muito comuns em revistas e, desta vez, resolveram fazer um inusitado, com todos os instrumentos utilizados pelos Beatles. O resultado foram 03 lindos infográficos que mostram quais foram os instrumentos utilizados por John, Paul, George e Ringo em suas gravações


O primeiro mostra as músicas entre 1963 e 1965, o segundo de 1966 a 1967 e o terceiro de 1968 a 1970. Cada um dos Fab Four é representado por uma cor e os instrumentos que aparecem nas músicas (e até os que não foram tocados por nenhum deles), também ganham uma coluna especial. Eles estão à venda e, se você tiver interesse, basta clicar neste link aqui.

Demais.

Paul McCartney: Quem mais o influenciou no baixo


Recentemente, Sir Paul McCartney lançou uma nova maneira de comunicar-se com seus fãs. Através de sua página oficial, lançou o "You Gave Me The Answer", onde ele responde uma pergunta de seus fãs por mês. Após a incrível marca de 10 mil perguntas recebidas nas primeiras 24h, o número já chega a impressionante marca de 23 mil perguntas enviadas.

A segunda questão respondida para a coluna, vem de James do Reino Unido: "Quem foi a sua maior influência na forma de tocar baixo?"

A resposta de Paul foi a seguinte: "Obrigado por enviar a sua pergunta, James. A maior influência na minha forma de tocar baixo foi James Jamerson, que tocou em muitos de meus lançamentos favoritos da Motown".

James Jamerson tocou baixo na lendária banda The Funk Brothers, depois de ser recrutado pelo fundador do selo Berry Gordy. Jamerson é creditado com um dos baixistas mais influentes de todos os tempos e aparece em lançamentos de artistas clássicos como Stevie Wonder, The Temptations, Martha And The Vandellas, Marvin Gaye, Four Tops e The Supremes.


Para quem quiser saber um pouco mais sobre a vida dele e de outros músicos que tocaram no Funk Brothers, há um documentário muito legal chamado "Standing In The Shadows Of Motown".Clique aqui para vê-lo em inglês.

E para enviar sua pergunta para o "You Gave Me The Answer", basta clicar neste link aqui.

Com informações do Ultimate Classic Rock

quarta-feira, 27 de março de 2013

A Donzela de Ferro e a História: Powerslave (1984)

Quem não se lembra ou não viu algo sobre o dia de lançamento do Macintosh, bem no comercial do Super Bowl em 1984?

Foi um ano importante para a política brasileira. Tancredo Neves fora eleito presidente, o primeiro após a sombria, criminosa e sangrenta ditadura militar. Aconteciam também as "Diretas Já" (que na véspera do aniversário da cidade de São Paulo, na Praça da Sé), e a rede a Globo noticiou que era festa de aniversário da cidade, escondendo que era uma manifestação política.

Na música, Madonna lança Like A Virgin, Michael Jackson ganha vários prêmios pelo estrondoso sucesso comercial Thriller, o Metallica lança Ride The Lightining, o Scorpions Love At First Sing, seu maior sucesso comercial e bem... O Iron Maiden lança o melhor álbum de sua carreira, Powerslave, e sai em turnê com a World Slavery Tour.



 1984 - Powerslave

"We shall go on to the end.
We shall fight in France
We shall fightover the seas and oceans
We shall fight with growing confidence and growing strenght in the air.
We shall defend our island whatever the cost may be
We shall fight on the beaches, we shal fight on the landing grounds,
We shall fight in the fields and in the streets, 
We shall fight on the hills.
We shall never surrender".

Churchill's Speech

Que bela maneira de se começar um belo álbum não? Aces High é a música de abertura da bolacha e mostra a visão de um piloto do caça inglês Spitfire durante a segunda guerra mundial.


O Discurso de Churchill

O discurso da introdução foi pronunciado por Churchill enquanto Primeiro Ministro inglês, na câmara dos Comuns em 4 de junho de 1940, durante a segunda guerra mundial.

Aqui (encurtado e com legenda) e aqui (maior e sem legenda) o discurso de Churchill.


Batalha da Grã-Bretanha

Como já dito anteriormente, esta foi a primeira batalha apenas com aeronaves. A blitz alemã da Luftwaffe (blitz [que em inglês significa flash ou lightning] vem de blitzkrieg, guerra relâmpago) atacou Londres e várias outras cidades inglesas entre 7 de setembro de 1940 e 10 de maio do ano seguinte. Mais de 40.000 pessoas foram atingidas nos bombardeios e mais de um milhão de casas foram destruídas _ mais da metade em Londres.
Os alemães começaram atacando pistas de pousos e fábricas, para que os ingleses não tivessem como repor suas perdas. Os ingleses atacaram Berlim e depois, por ordens do Führer, a Luftwaffe começou seus ataques contra a população para espalhar medo.

As defesas inglesas foram melhorando, a maior dificuldade dos ingleses era se defenderem durante os ataques noturnos. Conforme o tempo foi passando os ataques diminuíram (os alemães estavam perdendo muitos pilotos e aeronaves) até que os alemães suspenderam a Operação Seelöwe (Leão Marinho) e partiram para conquistar a União Soviética.


Seguimos com 2 Minutes to Midnight, que é um som voltado para as políticas de guerra, algo como alguns políticos e empresários ganhando com a desgraça da população.

Durante o som é feito uma referência a Bergen-Belsen, que era um campo de concentração nazista _ não era de extermínio, mesmo que muita gente tenha morrido lá de doenças e torturas. Hoje em dia é um campo aberto ao público.

2 minutos para meia-noite é algo bem interessante. O comitê Bulletin of the Atomic Scientists da universidade de Chicago, desde 1947 mantém um relógio chamado de Doomsday Clock (Relógio do Apocalipse) que conta quantos minutos faltam para um desastre nuclear baseado nos acontecimentos mundiais.

Quanto mais o gráfico desce, mais próximo do desastre ele está. Em 1953, como podem ver na imagem abaixo, este índice chegou à 2 minutos (to midnight, ou seja, do apocalipse) e é disso que a música fala.

Aqui o índice atual.


Losfer Words... é uma contração de "lost for words", ou seja, não há o que dizer. E "Orra" é a pronúncia da palavra Horror em Cockney, que é o sotaque do pessoal de East End, Londres. 

Seguimos com Flash of the Blade, que é outro som que fala de um espadachim. Um garoto que viu os pais morrerem, aprende as técnicas da espada com seu mestre e parte para vingança. Este som faz parte da trilha sonora do filme italiano Phenomena (1985) filme que inspirou o jogo de horror psicológico Clock Tower _ disponível para PS3.

The Duellists está relacionado com filme de mesmo nome, de Ridley Scott (anos mais tarde diretor de Hanibal e Robin Hood), foi lançado em 1977. Este filme nos leva para França de 1800, época de apogeu e declínio de Napoleão Bonaparte. A história é a seguinte: são dois soldados do exército de Napoleão que por mais de 20 ANOS, duelam entre si, com algumas pausas, e ninguém sabe exatamente o motivo.   
Back in the Village refere-se a The Village do seriado The Prisoner, que é já foi citado no álbum The Number of the Beast.


Powerslave o som que dá nome ao álbum é o próximo. Neste som um faraó lamenta a limitação de seus poderes, se ele é um deus, porque tem que morrer?

Durante o som ele faz menções a símbolos egípcios como o Olho de Hórus que significa poder, coragem e proteção.


Simbolizava o olho direito do falcão, isto é, de Hórus, o qual foi perdido durante a luta contra seu tio Seth, que o fracionou em 64 partes. Diz a lenda que o olho foi restaurado por Thoth.

Após ser restaurado, Hórus pode reviver Osíris (referido no verso "Enter the risen Osiris-risen again").

No fim do som, ele fala sobre o que acontecerá a ele após sua morte, baseado claro, na fictícia maldição do faraó ("A shell of a man God preserved-a thousand ages"). Esta história de maldição começou após 1923, ano da descoberta da tumba de Tutankhamon por Lord Carnarvon e sua expedição _ financiada por ele aliás.

Lord Carnarvon morreu 4 meses depois graças a picada de um mosquito. Enquanto ele morria, por assim dizer, acabou a luz no Cairo e seu cachorro, que estava na Inglaterra, começou a uivar até morrer. Bom, aí a imprensa fez seu papel, espalhou a notícia com estardalhaço e muitos "analistas" começaram a sugerir que podia ser uma maldição do faraó _ aí inventaram que haviam inscrições com maldições nas tumbas e o resto vocês já imaginam.


E finalmente, chegamos no memorável som Rime of the Ancient Mariner. Este som é baseado no romance de quase mesmo nome - The Rime of the Ancient Marinere - escrito pelo poeta, crítico e ensaísta inglês Samuel Taylor Coleridge (1772–1834) em 1798.
 

Este poema dá início a literatura romântica na Inglaterra. Assim como na música, o poema fala de um marinheiro que no caminho de um casamento, para um homem e começa a contar suas histórias em alto mar.

Em português vocês encontram com o nome de A Balada do Velho Marinheiro, com um pouco de esforço acham para baixar. Aqui no youtube tem uma versão narrada, em inglês, britânico.

Abaixo, o álbum na íntegra, com as faixas bônus lançado em 1995.


Powerslave - 1984

01. Aces High
02. 2 Minutes To Midnight
03. Losfer Words
04. Flash Of The Blade
05. The Duellists
06. Back In The Village
07. Powerslave
08. Rime Of The Ancient Mariner

Formação
Bruce Dickinson - Vocalista
Steve Harris - Baixo e Backing Vocals
Dave Murray - Guitarra
Adrian Smith - Guitarra e Backing Vocals
Nicko McBrain - Bateria
Post Anterior: Piece Of Mind (1983) 

Rolling Stones no festival Glastonbury


Eles e mais uma caralhada de bandas, entre elas Arctic Monkeys, Primal Scream, Alabama Shakes, Public Enemy, Tame Impala, Johnny Marr e todas as outras que você vê na imagem acima. 

O festival acontece nos dias 28, 29 e 30 de junho e acontece desde 1970. Se você estiver por lá nesses dias, não deixe de prestigiar, vale a pena.


Novo disco do Kings Of Leon a caminho


Pelo menos é o que declarou o baixista da banda, Jared, em entrevista a NME. "Eu pensei que fôssemos fazer um álbum bem maduro, mas estou maravilhado como está soando jovem", disse. "É como um mix de Youth & Young Manhood (2003) e Because Of The Times (2007)". O disco será o sucessor de Come Around Sundown de 2010.

É aguardar e torcer.


Qualquer semelhança...


"Finest Worksong" é o terceiro e último single feito para o quinto álbum de estúdio da banda REM., Document, lançado em 1987. É o último single da banda lançado pela grafadora I.R.S. Records.


A semelhança aqui é com a música "Perfeição", lançada no disco O Descobrimento do Brasil da Legião Urbana, lançado em 1993, o sexto da carreira da banda.


Rock In Rio: Palco Sunset definido


Após muita expectativa, o Palco Sunset foi definido na data de ontem (26/03/13) pela organização do Rock In Rio. Havíamos divulgado aqui no blog ontem a participação de Rob Zombie e a possível vinda do Living Colour. O Line-Up completo, você pode ver clicando neste link.

Uma forte tendência e apelo voltado ao nome do festival fez com que algumas boas bandas viessem e, a diversão está mais do que garantida, conforme você pode ver abaixo nas imagens.




O festival já foi confirmado para 2015. Será que teremos mais nomes de metal no próximo festival?

terça-feira, 26 de março de 2013

Da série "qualquer semelhança é uma mera coincidência"



Mais uma da sessão "qualquer semelhança...". Desta vez trata-se do grande clássico do Deep Purple "Child In Time", lançada no disco In Rock de 1970. Acontece que, a música foi "chupada" de uma banda chamada It's A Beautiful Day, de São Francisco, formada em 1967 pelo violinista David LaFlamme.

A música é "Bombay Calling" e foi usada pelos ingleses para construir este clássico de 1970. Tirem suas próprias conclusões!




Mais tarde, o próprio LaFlamme fez o caminho inverso. Pegou "Wring That Neck" do Deep Purple e, como uma forma de se cobrar do acontecido, lançou "Don And Dewey". Porém, sem sucesso.

Veja abaixo e compare:



Agora é oficial: Paul McCartney confirmado em 03 datas no Brasil


Atenção fãs do homem: Paul McCartney confirmou de vez 03 shows no Brasil em maio. Belo Horizonte, Goiânia e Fortaleza.

As datas foram confirmadas em seu site oficial. Os preços de BH já foram divulgados: R$ 600,00 (pista premium), R$ 300,00 (pista), R$ 340,00 (cadeira inferior) e R$ 160,00 (cadeira superior), e a pré-venda começa quinta-feira, dia 28/03 para clientes Ourocard e fãs com cadastro no site oficial.

Em Goiânia a venda dos ingressos também começa nesta quinta-feira, mas os preços ainda não foram divulgados. 

É, parece que Sir Paul gostou mesmo de vir para o "país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza". Preparem os bolsos.


Rock In Rio: Rob Zombie confirmado para o Palco Sunset


Segundo a organização do Rock In Rio 2013, Rob Zombie está confirmado como atração no Palco Sunset. É a segunda vez que o músico vem ao Brasil. A primeira foi em 1996, ainda com o White Zombie. Especula-se ainda que o Living Colour pode ser uma das outras atrações a serem confirmadas.

Vamos aguardar.



Maiden England '88: Ouça prévia de todas as faixas


O recém-lançado novo (velho) DVD do Iron Maiden, Maiden England '88, teve uma prévia divulgada no Canal do Youtube Oficial da Banda. Ficou muito bacana mesmo. Você pode conferir abaixo:



Elton John, 65 anos


Na data de ontem, 25/03/2013, Elton John completou 65 anos de idade. Apesar dos pesares, ele fez grandes clássicos no mundo do rock e é um dos músicos mais influentes de toda uma geração. Ponto.

Talvez o seu maior sucesso comercial tenha sido o disco "Goodbye Yellow Brick Road". Ali estavam "Funeral For A Friend" (que já foi tocada pela Dream Theater em seu disco "A Change Of Seasons"), "Candle In The Wind", que foi tocada brilhantemente no funeral de Lady Di, "Bennie And The Jets", "Goodbye Yellow Brick Road", "Saturday Nights Alright For Fighting" (que já foi regravada pelo Nickelback), entre tantos outros.

Sem contar outros tantos sucessos gravados ao longo de sua carreira. Parabéns Sir Elton John. 


segunda-feira, 25 de março de 2013

Ouça novo single do Alice In Chains


O Alice In Chains acabou de divulgar seu mais novo single. "Stone". A faixa que faz parte do novo disco da banda "The Devil Put Dinossaurs Here" que será lançado oficialmente dia 28/03, foi executada com exclusividade na Rádio KISW e você pode ouví-la logo abaixo.

É Paulera na molera!


Argo - Com direito a pipoca, trilha sonora e muita tensão...


O grande vencedor do Oscar 2013 de melhor filme, foi Argo de Ben Affleck. Baseado em uma história real,  onde um agente da CIA vai ao resgate de 06 americanos que fugiram da embaixada norte-americana no Irã, quando militantes e estudantes iranianos invadem-na, querendo a extradição do  (Imperador, Governante, Rei) Mohammad Reza Pahlavi e refugiaram-se na casa do embaixador do Canadá.

Durante o filme, a história toda se desenrola e você fica tenso, pensando "e se tivesse dado errado"? Se você ainda não assistiu, corra até a locadora mais próxima e alugue, pois o filme vale muito a pena.


Mas o mais legal de tudo isso é a trilha sonora, que impressiona. Em determinada cena, os refugiados, após terem o primeiro encontro com o agente Tony Mendes (interpretado por Affleck), estão reunidos na sala do embaixador do Canadá (interpretado por Victor Garber) relaxando, conversando. A cena abre com um disco no prato do vinil, com a logo da Atlantic (o da foto abaixo).


É, poisé. A música era "When The Leeve Breaks" do Led Zeppelin. Sensacional. Aliás, a trilha sonora é mais do que especial. Tem Rolling Stones, Dire Straits e até Van Halen. Uma coisa é certa. Você vai gostar. Para isso, preparamos pra você um especial da Trilha Sonora de Argo, que você pode conferir abaixo. Rock N' Roll!


The Strokes - Comedown Machine (2013)


Não é de hoje que o Strokes é uma das bandas queridinhas do Indie. Talvez, porque quando lançaram seu primeiro disco era algo totalmente novo, sei lá. Tudo o que eu sei é que, de lá pra cá, os integrantes evoluíram, pessoal e musicalmente falando.

E falando em evolução, eles acabam de lançar Comedown Machine, um disco que, a primeira audição, pode ser que não agrade a gregos e troianos, devido a sonoridade bem anos oitenta que permeia o disco. Impossível não comparar com New Order, A-Ha, A Flock Of Seagulls (acho que é a mais gritante influência aqui), Echo & The Bunnymen e Human League, entre outras.

Usando de sintetizadores entre outros "adereços", ao dar o play parece que você está com uma sonoridade retrô, que foi levado a alguma festa ao melhor estilo "Gatinhas e Gatões" ou "Curtindo a Vida Adoidado".

Muita gente está com um pé atrás, mas eu acho que o Strokes definitivamente acertou e achou seu caminho. Vale a pena dar uma conferida (e claro) tirar as suas próprias conclusões.

Para os mais desavisados, o álbum tem seu lançamento amanhã, mas já pode ser ouvido no Youtube, é só dar uma garimpada. 

Jeff Hanneman fora do Slayer. Pelo menos é o que tudo indica.


Em uma declaração ao Metal Obssession, Kerry King deu a entender que o Slayer não contará mais com Jeff Hanneman. "Eu não sei como Jeff está, faz tempo que não o vejo. Ele sempre foi um recluso, e agora está mais distante desde que afastou-se da banda. Nosso empresário fala com ele de vez em quando, mas como moro longe de Los Angeles acabo não convivendo com ele. Jeff pode fazer qualquer coisa de sua vida. Pelo que sei, ele teria condições para tocar 'South Of Heaven', mas acho que não conseguiria executar 'Jihad'. Mas se ele nos ligar e disser que está pronto, aparecer no ensaio e mostrar que está bom novamente, a porta estará aberta".

É notório que Jeff gosta de dar uma "calibrada" de vez em quando (em se tratando de álcool) e que, segundo fontes, o caso dele é bem preocupante, o que estaria dificultando a sua recuperação (da picada da aranha) e seu relacionamento com os outros integrantes do Slayer.

Bem, essa não é uma declaração oficial ainda. Mas, ao que tudo indica, Jeff Hanneman não volta mais ao Slayer. Estamos de olho.

Com informações de Collector's Room


"Ready To Go", a nova do Limp Bizkit


"Ready To Go" é a música inédita do Limp Bizkit que foi divulgada este final de semana e que conta com a participação de Lil Wayne. A música fará parte do novo disco da banda, "Stampede Of The Disco Elephants", sucessor de "Gold Cobra (2011)".

Ouça abaixo como ficou.



domingo, 24 de março de 2013

Noel Gallagher, Damon Albarn & Graham Coxon no mesmo palco


Este pode ser considerado o marco histórico de todas as guerras do Britpop. Noel Gallagher fez uma participação especial no show de Damon Albarn & Graham Coxon, dupla que faz parte do Blur, na noite deste sábado (23) em Londres, dentro do Teenage Cancer Trust, festival que tem a curadoria musical de Gallagher neste ano.

Juntos, eles cantaram a clássica "Tender" do Blur (com Paul Weller na bateria). Mais tarde, Noel fez seu habitual show com a banda completa, os High Flying Birds e tocou, pela primeira vez, a música "Alone On The Rope". As raridades tocadas em Dubai na semana passada, como "Shout It Out Loud" e "Lord Don't Slow Me Down" continuaram no set list.

Assita abaixo os vídeos de "Tender" e "Alone On The Rope". Demais.

Fonte: Oasis News




Black Country Communion chega ao fim




Em um comunicado oficial em sua página oficial no Facebook, Glenn Hughes anunciou o fim do Black Country Communion. O fim da banda foi causado por divergências entre Hughes e Joe Bonamassa, visto que o guitarrista quis priorizar sua carreira solo.

No comunicado, Hughes diz que  "então é isso.. BCC não existe mais... Joe deixou a banda e não vai permitir-nos continuar usano o nome de BCC... Bom hein? Jason, Derek e eu vamos continuar, com um nome diferente, quando for a hora certa...."

Gente fina o seu Joe Bonamassa não? Há pouco tempo atrás, houveram rumores de que Jimmy Page poderia ser escolhido como novo guitarrista da BCC, porém até o momento, nada foi esclarecido.



sábado, 23 de março de 2013

Bruce Dickinson e um novo álbum solo?


De acordo com o Brave Words & Bloody Knuckles, Bruce Dickinson poderia estar gravando um novo disco solo. Em recente entrevista para o Metal Meltdown, Henning Base (Uli John Roth, Son Of Seasons e ex-Metalium) comentou sobre o encontro que teve com Bruce quando estava em turnê com Uli John Roth.

"Uli me chamou e disse que poderia haver uma chance de Bruce subir ao palco conosco em algumas músicas. Mas Ele não pode vir, porque havia passado o dia todo trabalhando com Roy Z em seu novo disco solo, e isso fez com que ele resolvesse não cantar conosco naquela noite. No outro dia, acordei e ouvi um sotaque britânico muito forte na parte de trás do ônibus e, quando vi, era ele que estava ali com a gente. Ele é realmente um cavalheiro, um cara muito gente boa".

Tyranny Of Souls, lançado em 2005, foi o último trabalho de Bruce, desde a sua volta ao Iron Maiden em 1999 e que tanto Adrian Smithquanto o dono da Donzela, Steve Harris, tambem lançaram trabalhos solos (Primal Rock Rebellion e British Lion, nessa ordem)

Por enquanto é apenas um boato, mas onde há fumaça há fogo. Vamos ficar de olho. Por hora, fique com o clipe de Accident Of Birth. Rock On!


Steeler - Steeler (1984)


Steeler nasceu em Nashville do início dos anos 1980. Os membros da banda foram: Ron Keel nos vocais e guitarra, Michael Dunigan na guitarra, Bobby Eva na bateria e Tim Morrison no baixo. Em 1982, eles lançaram seu primeiro single, "Cold Day In Hell".

Eva deixou a banda depois de um curto espaço de tempo e foi substituído pelo baterista Mark Edwards. Esta nova formação não durou muito tempo e lançou nenhum álbum ou single.

Logo, Dunigan e Morrison deixaram o  Steeler e foram substituídos por Rik Fox no baixo e um guitarrista sueco de 18 anos de idade, Yngwie Malmsteen. A nova formação lançou o primeiro álbum da banda, Steeler, viu o sucesso comercial moderado e este é considerado seu melhor álbum.

A formação final de Steeler viu a partida de Malmsteen, Fox e Edwards, que foram substituídos por Kurt James na guitarra, Greg Chaisson no baixo e Marks Bobby na bateria. Este line-up também não lançou nenhum álbum ou single. Em 1984 a banda ainda teve outro grande guitarrista, Axell Rudy Pell, que ficou até 88 e lançou os outros 03 discos da banda. Devido à constante mudança de membros da banda, o Steeler nunca conseguiuum grande contrato com uma grande gravadora, e Ron Keel decidiu sair da banda e iniciar um novo projeto, que teve seu sucesso comercial nos anos 80.



Durante o curto período que teve de existência, a Steeler fez um grande sucesso em Los Angeles, chegando até a tocar fora. Seu disco de estréia é considerado "inovador". Grande parte dos temas, estilo e estrutura da música iria passar a dominar para os anos 80. O trabalho de guitarra futurista também foi incrivelmente importante para trazer guitarra "Shred", a proeminência.

Yngwie Malmsteen também foi o guitarrista para a banda Alcatrazz, incluindo Graham Bonnett (vocal), Gary Shea (baixo), Uvena Jan (bateria) e Jimmy Waldo (teclados). Eles lançaram um álbum sob essa formação ("No Parole From Rock N 'Roll") e uma versão ao vivo, "Live Sentence". Mais tarde, Malmsteen começou seu projeto solo, Rising Force Yngwie Malmsteen, que passou a produzir vários álbuns e, gradativamente, foi alcançando seu sucesso.

O baixista Rik Fox (W.A.S.P., Sin) relembra: "Steeler foi um daquelas  bandas 'inovadoras' da Sunset Strip em 1980. Nós tivemos sorte de estar naquele lugar específico no tempo e na história. Olhar para trás hoje e ver tudo isso e ver que foram as músicas que fizeram acontecer e.... os fãs! Obrigado por manter a fé".

Ouça abaixo o discaço na íntegra. Sonzeira!


Ouça a inédita "It's Allright, It's Ok" do Primal Scream


Prestes a lançar o décimo álbum de sua carreira, Bobby Gillepsie e companhia acabam de divulgar uma música nova. Trata-se de "It's Alright, It's Ok", a 13ª faixa (isso mesmo) do disco More Light que será lançado dia 13 de maio, da banda Primal Scream.

A faixa resgata um que meio folk, presente em discos como Screamadelica. E você pode conferir ela logo abaixo.


sexta-feira, 22 de março de 2013

Alice In Chains - Mensagem subliminar na capa de seu novo disco

Parece até brincadeira, mas o que o Alice In Chains fez foi a mais pura mensagem subliminar. Dá até um estudo de caso em aulas de Administração e Comunicação Social. As imagens falam por si só:


Entendeu agora? A matéria original (em inglês), postada no Blabbermouth, você pode ler aqui. Lembrando que a banda vai lançar o novo disco dia 14 de maio. O single já encontra-se disponível no iTunes

Veja os bastidores da gravação do novo álbum do Depeche Mode


O Depeche Mode liberou um vídeo que mostra os bastidores de seu próximo disco, Delta Machine. Confira abaixo:




Especial Beatles: Please, Please Me faz 50 anos; saiba como disco apontou futuro do grupo


Desde que surgiram, com aqueles terninhos bem engomados, cabelos com corte de franjinha e jeito de bons moços, o mundo nunca mais foi o mesmo. Em 22 de março de 1963, chegava às lojas "Please Please Me", o primeiro disco dos The Beatles, que hoje completa 50 anos. Até "Let It Be", lançado 7 anos depois, vários elementos que marcariam os anos seguintes estão ali, no primeiro disco.

Já na primeira faixa, "I Saw Her Standing There", a linha de baixo idêntica a "Talkin' About You", de Chuck Berry, prenuncia o plágio que seria levado pelo músico à justiça - em "Come Together" (1969). O jogo de palavras usado por John Lennon (que mais tarde se renderia a psicodelia) ou temas mais reflexivos ("In My Life" e "Yesterday", de 1965), entre outras características que apareceriam nos discos posteriores, todos tem sementes plantadas em "Please Please Me".

O infográfico abaixo, mostra um paralelo bem interessante.

Curte aí!

Fonte: G1



Assista "Can I Play With Madness", direto do novo DVD do Iron Maiden


O Iron Maiden acabou de liberar mais uma prévia de seu novo/velho DVD, Maiden England '88. Trata-se de "Can I Play With Madness", música que foi executada pela primeira vez nesta turnê.

Sonzeira!